<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0"><channel><atom:link rel="hub" href="http://tumblr.superfeedr.com/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"/><description></description><title>CSIDES</title><generator>Tumblr (3.0; @csides)</generator><link>http://csides.tumblr.com/</link><item><title>Lex Hives</title><description>&lt;p&gt;&lt;img alt="Lex hives" height="500" src="http://www.media.wmg-is.com/media/portal/media/cms/images/201203/lex-hives-extralarge_1331565765926.jpg" width="500"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Me tornei fã do The Hives desde a primeira vez em que ouvi a música &lt;em&gt;&amp;#8220;Hate to Say I Told You So&amp;#8221;&lt;/em&gt; na trilha sonora de O Beijo do Vampiro. Foi uma época boa: eu devia estar com uns 12 anos e ainda não tinha deixado a fase &amp;#8220;headbanger&amp;#8221;, então ouvir e gostar de uma banda cujo peso musical era mínimo provou que meus tempos de metaleiro estavam contados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De 2002 pra cá, acompanhei o lançamento dos últimos três discos do The Hives. Neste tempo também vi a banda passar pela fase suja do &lt;strong&gt;The Black and White Album (2007)&lt;/strong&gt; – onde ficou claro que o desejo pelo sucesso pode pôr de lado quaisquer &amp;#8220;ideais&amp;#8221; – e continuei ouvindo as músicas, esperando pela mesma qualidade post-punk que havia conquistado meus ouvidos. Hoje, felizmente, posso dizer que o lançamento de &lt;strong&gt;Lex Hives (2012) &lt;/strong&gt;trouxe de volta um The Hives que além de original, é a banda que conheci.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Lex Hives&lt;/strong&gt; começa com &lt;em&gt;&amp;#8220;Come On!&amp;#8221;&lt;/em&gt;, uma música que lembra muito os antigos trabalhos do &lt;strong&gt;Barely Legal (1997)&lt;/strong&gt;, mas mantém a qualidade sonora alcançada nos últimos anos. Logo em seguida, &lt;em&gt;Go Right Ahead&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;1000 Answers&lt;/em&gt; seguram o ritmo acelerado e mostram que as letras, às vezes minimalistas demais, ainda são a melhor opção para a sonoridade pulsante e empolgante da banda. O resto do álbum segue quase a mesma linha, alterando algumas vezes para músicas de estrofes mais calmas e refrões arrastados, mas sem perder a selvageria punk que caracteriza o grupo. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quem já conhecia o The Hives vai perceber que houve um amadurecimento neste novo trabalho. Alguns traços da produção mais pop feita na época do &lt;strong&gt;The Black and White Album&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;(2007)&lt;/strong&gt; permaneceram como um indicativo de melhoramento musical, porém a volta do espírito punk fez com que as músicas soassem originais e este retorno às raízes prova que a banda sabe seu lugar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Lex Hives (2012)&lt;/strong&gt; não é a melhor indicação para os que ainda desconhecem a sonoridade da banda: a melhor forma de iniciação seria escutar os trabalhos antes de 2007. No entanto, caso tenha rolado o interesse, ouça &lt;strong&gt;Lex Hives&lt;/strong&gt; sabendo que esse trabalho não reproduz totalmente a face original da banda, e tudo vai ficar bem mais simples.&lt;/p&gt;</description><link>http://csides.tumblr.com/post/39573126861</link><guid>http://csides.tumblr.com/post/39573126861</guid><pubDate>Thu, 03 Jan 2013 12:49:40 -0400</pubDate><dc:creator>imnotwolverine</dc:creator></item><item><title>The 2nd Law</title><description>&lt;p&gt;&lt;img alt="The 2and Law" height="500" src="http://4.bp.blogspot.com/-UIJKx_e_8WQ/UJll0O6jMBI/AAAAAAAAAdo/Q1TcDCxrf9w/s1600/muse_the_2nd_law_packshot_rgb3.jpg" width="500"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desde o disco &lt;strong&gt;Black Holes and Revelations (2006)&lt;/strong&gt;, o Muse vem apresentado um som cada vez mais “experimental”, focado na mistura que se pode fazer entre o rock e elementos mais eletrônicos. Com o álbum &lt;strong&gt;The Resistance (2009)&lt;/strong&gt;, a movimentação para criar algo novo chegou no patamar de transformá-los numa espécie de baluartes do que podemos considerar uma versão atualizada do Rock Progressivo. Neste final de 2012, a banda chegou no limiar entre o pop experimental e o rock progressivo, apresentando seu sexto trabalho de estúdio: &lt;strong&gt;The  2nd Law (2012)&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lançado em primeiro de Outubro, &lt;strong&gt;The 2nd Law&lt;/strong&gt; foi bem recebido pela crítica especializada, mas foi deixado completamente de lado pelo público “baladeiro” que a banda havia angariado nos últimos anos. Talvez pela época do seu lançamento ou uma possível falta de investimento, o disco acabou não fazendo tanto sucesso quanto deveria.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O trabalho mais recente do Muse não foca num único sentimento e tendência, mas, ao contrário, é o seu disco mais plural. Logo nas três primeiras músicas &lt;em&gt;Supremacy&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Madness&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Panic Station&lt;/em&gt;, o álbum consegue transitar entre o rock, o electro pop, o pop clássico e as experimentações que ainda não tem um título. O mesmo efeito é válido para as letras, lugar onde a banda continua abordando seus temas padrão e suas obras ficcionais, mas procurando brincar um pouco mais com as formas que essas idéias podem tomar de acordo com a melodia destilada em conjunto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;The 2nd Law &lt;/strong&gt;apresenta-se como a última barreira que o Muse deveria enfrentar antes de deixar o batido título que o ligava a uma espécie de estilo musical com tendências limitadoras. Naturalmente, alguns fãs mais acostumados com os super hits, receberão esta mudança com pessimismo e crítica. Talvez seja só o tempo de músicas como&lt;em&gt; Panic Station&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Follow Me&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Liquid State&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Unsustainable&lt;/em&gt; chegarem nas mãos de bons DJs, que saberão utilizá-las em suas playlists.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não dá para dizer que &lt;strong&gt;The 2nd Law&lt;/strong&gt; é o melhor disco do Muse, mas foi, sem sombra de dúvidas, o álbum onde eles mais tentaram se distanciar do que um dia foi seu próprio título.&lt;/p&gt;</description><link>http://csides.tumblr.com/post/39435685726</link><guid>http://csides.tumblr.com/post/39435685726</guid><pubDate>Tue, 01 Jan 2013 22:34:38 -0400</pubDate><dc:creator>imnotwolverine</dc:creator></item><item><title>Tast It</title><description>&lt;p&gt;&lt;img height="500" src="http://4.bp.blogspot.com/-Ol9nESsB8QY/T1AcMqMfNGI/AAAAAAAADTU/ohrjvm2pMhA/s1600/Capa.jpg" width="500"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;As vezes não sei bem o que pensar do pessoal do Forgotten Boys. Factualmente é uma das poucas banda brasileiras que consegue tocar músicas em inglês e não soar como algo falso, mas a total previsibilidade nos álbuns que eles lançam, acaba me deixando &amp;#8220;um tanto quanto bolado&amp;#8221;. Atrasado, só fui conferir com mais calma o ultimo trabalho deles, &lt;strong&gt;Tast It (2011),&lt;/strong&gt; agora em Maio, e infelizmente ficou claro que a distância sonora entre ele e o disco &lt;strong&gt;Louva-A-Deus (2008)&lt;/strong&gt; é bem pequena, quiça, menor ainda do que ao &lt;strong&gt;Stand By The D.A.N.C.E (2005)&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;Dediquei essa noite de sábado à entender o álbum e ver se o que saia do Tast It era algo menos &amp;#8220;Forgotten Boys&amp;#8221; , isso sem entrar no mérito do fato de eu não ter nada melhor para fazer. E para minha surpresa já na primeira faixa, &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Another Place&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, sou abordado com um mind fuck; uma sonoridade swingada vem como um tapinha na cara antes de mostrar uma música com toques nítidos de blues. Sem exagero algum, dá pra afirmar que até a primeira parte da letra de Another Place conseguiu brincar com uma ideiazinha próxima ao blue sulista norte americano. Porém toda a &amp;#8220;novidade&amp;#8221;, ou pelo menos &amp;#8220;boa novidade&amp;#8221;, para por ai.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;Na sequência a playlist vinha &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Change&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; e eu com a minha esperança de ouvir um riff diferente, que bizarramente foi atendida, mas de uma forma totalmente previsível ainda. O álbum continuou, passando por músicas legais que até tinham um ar diferenciado, como&lt;em&gt; &lt;strong&gt;Night Heals, Town e Hes Gone&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, porém elas eram fáceis de serem ligadas aos velhos trabalhos da banda (principalmente Town). Todas as vezes nas quais algo parecido com um sorrisinho surgia na minha face, era sumariamente substituído por uma expressão levemente parecida como esse emoticon&amp;#160;&amp;#187; o.O.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;As músicas que deveriam ser diferentes e boas, não eram exatamente boas. As faixas&lt;strong&gt; &lt;em&gt;Free, You Draw The Line e Tast It&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (acredito ser a faixa de trabalho também) estavam brevemente diferentes do que eu esperava, mas ainda não podiam ser localizadas a quilômetros de distância do &lt;strong&gt;Forgotten Boys&lt;/strong&gt; de sempre, mesmo que tivessem melodias e efeitos levemente distantes do espírito que a banda costuma apresentar. O problema matador é que essas tentativas não deram certo e a coisa acabava deixando de ter sentido. Dá pra perceber a falta de coordenadas em &lt;strong&gt;&lt;em&gt;You Draw The Line e Watch We Do It&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, trabalhos com a cara da banda, porém dissonantes com relação a qualidade. Falando de forma mais clara: músicas que não conseguiam me atrair.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;Apesar de tudo, não quero ser mal entendido. &lt;strong&gt;Tast It&lt;/strong&gt; é um disco bom, assim como a maior parte dos trabalhos do &lt;strong&gt;Forgotten Boys&lt;/strong&gt;, ele serve como uma trilha sonora perfeita para viagens longa de carro. Também não deixa a desejar no quesito qualidade ao ponto de estragar o todo. Só que&amp;#8230; é o mesmo &lt;strong&gt;Forgotten Boys&lt;/strong&gt; de sempre, tentando parecer diferente e sendo totalmente previsível. Quase um FAIL que dá certo.&lt;/p&gt;</description><link>http://csides.tumblr.com/post/23026256605</link><guid>http://csides.tumblr.com/post/23026256605</guid><pubDate>Mon, 14 May 2012 02:58:24 -0300</pubDate><dc:creator>imnotwolverine</dc:creator></item><item><title>How Do You Do</title><description>&lt;p&gt;&lt;img height="500" src="http://theroxyonsunset.com/wp-content/uploads/2011/08/MAYERHAWTHORNE_Howdo_822_r1.jpg" width="500"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No início do ano pirei ouvindo o álbum A Strange Arrangement do músico e produtor Mayer Hawthorne. De lá pra cá, entrei num frenesi de buscas por outros trabalhos do músico, culminando na doce entrada desse mês de outubro com o lançamento do segundo disco, o mal divulgado How Do You Do. Obviamente baixei o álbum assim que ficou disponível e o que se seguiu foram mais de duas horas ouvindo e absorvendo cada detalhe impresso na voz solta e batidas mais dançantes e menos “infantis”. O resultado dessa imersão completa é uma pequena crítica e forte indicação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No aspecto mais intimista, How Do You Do será reconhecido pelos fãs do Mayer como o um trabalho mais “temático” do que seu antecessor. A ambientação retro focada no Soul e R&amp;amp;B setentista vem como pré requisito, porém consegue a proeza de ser ainda mais mais marcada e as vezes assumindo um papel meio didático, ajudando o ouvido a entender quando é pura e simples inspiração e quando é uma homenagem direta ao movimento musical predominante entre os negros norte americanos dos anos 60 aos 80. A própria questão de ser ou não um trabalho dedicado foi respondida pelo músico durante uma entrevista onde fala sobre inspirações, mas ao meu ver rola um pouco de pressão midiática, porque How Do You Do é menos experimental e mostra um Mayer focado em uma homenagem a suas raízes musicais. No que compete a parte poética, Mayer volta com suas  letras falando sobre temas amenos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As grandes sacadas do álbum são as músicas que ditam batidas mais ritimadas, dando o toque diferencial ao primeiro álbum e jogando o ouvinte num esquema festivo. É fácil confundir A Long Time com as músicas que eram sucesso pela gravadora Motown, ou Can’t Stop com o Hip Hop Melódico (chamado de Charme aqui no Brasil) característico dos anos 80. The Walk  (que por acaso é a musica do clipe abaixo) Dreaming e Finally Falling por sua vez são menos caracteristicas, mas tem o toque especial presente (e talvez motivador) no conceito do álbum.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;How Do You Do é um álbum mais vendável e se tiver um sistema de divulgação melhor, vai conseguir tirar o músico do círculo comum de “entendidos”, quem sabe até chegando a algumas rádios vanguardistas. Por hora fica como boa indicação àqueles desejosos por sonoridades diferentes das que estão sendo babadas por ai.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agora só resta ficar na esperança do Mayer fazer uns shows da nova turne por terras brasileiras.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://youtu.be/gmfcYli6vV4"&gt;http://youtu.be/gmfcYli6vV4&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://csides.tumblr.com/post/21132132402</link><guid>http://csides.tumblr.com/post/21132132402</guid><pubDate>Sun, 15 Apr 2012 02:36:45 -0300</pubDate><dc:creator>imnotwolverine</dc:creator></item><item><title>The Future Is Medieval</title><description>&lt;p&gt;&lt;img height="500" src="http://www.radiomonash.fm/wp-content/uploads/2011/07/1309363907_kaiser-chiefs-the-future-is-medieval1.jpg" width="500"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sou fã de mudanças, acima de tudo dou crédito a todo tipo de artista que tenta modificar suas obras para que elas não possam se classificar dentro do lugar comum de comodidade das produções cotidianas, mas também sou obrigado a admitir que nem sempre essa eterna busca pela originalidade resulta em boas produções. As vezes a tentativa de dar vida à algo novo e original é apenas um tiro que sai pela culatra e tende a atingir o artista e, principalmente, seus fãs.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No ano de 2011&amp;#160;o &lt;strong&gt;Kaiser Chiefs&lt;/strong&gt;, intencionalmente ou não, acabou caindo nesse grupo de tentativas falhas com seu inesperado e descepcionante álbum &lt;strong&gt;The Future Is Medieval&lt;/strong&gt;. Começando pelo nome/conceito,o álbum foi sem sombra de duvidas uma das piores coisas que ouvi. Já estava acostumado com a banda, conhecia todas as músicas dos três álbuns anteriores e tinha no meu interior a vontade ou, exageradamente, a necessidade de consumir algo novo proveniente das mesmas mentes por de trás de músicas como &lt;strong&gt;The Angry Mob&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Modern Way&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Thank You Very Much&lt;/strong&gt;, porém em nenhum momento imaginei que esses caras poderiam criar algo tão falho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;The Future Is Medieval&lt;/strong&gt; teve toda uma construções de ideias promissoramente boas que acabaram não dando muito certo. Seu lançamento estava interligado com os próprios fãs da banda, que teriam a oportunidade de baixar as música montando-as num setlist personalizado. A atitude conseguiu os distanciar, em termos de dependência, do mercado musical e deixou o trabalho nas mãos daqueles que realmente se importavam com o resultado, em prévia um processo que teoricamente funcionaria, mas na prática se mostrou pouco producente, já que um álbum, por mais despojado que seja, depende da sabedoria do &amp;#8220;produtor&amp;#8221;, alguém que olha para o caos de possibilidades infinitas e consegue definir uma linha, a mesma a ser seguida pelos ouvintes quando a necessidade de sentido e compreensão surgirem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando isoladamente avaliadas, as música que compõem o disco físico não se mostram tão originais, por vezes parecendo com algo mais próximo ao conteúdo de conteletâneas com lados-b da banda. Cada uma delas, partindo de &lt;strong&gt;Little Shocks&lt;/strong&gt; e chegando a &lt;strong&gt;If You Will Have Me&lt;/strong&gt;, fazem o ouvinte ter a impressão de que já as conhece, mas não como velhas e boas amigas, estando mais para estranhas pessoas que evitamos nas festas. Claro que nem tudo é disulisão e dor, &lt;strong&gt;Long Way From Celebrating&lt;/strong&gt;,  &lt;strong&gt;Starts With Nothing&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Kinda Girl You Are&lt;/strong&gt; conseguem emprestar um pouco de dignidade as suas amiguinhas, mas não tem o poder de salvar o produto final.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não busquei a opinião de outras pessoas e nem me interessei pela crítica especializada, mais pela falta de conhecidos que gostem da banda e por saber que a &amp;#8220;especialização&amp;#8221; da crítica é no ganhar dinheiro, muitas vezes deixando as opiniões reais de lado. Mas e dai? Sou fã do &lt;strong&gt;Kaiser Chiefs&lt;/strong&gt; e tenho o poder de falar como quem entende (um pouco) sobre os caras. Talvez alguém possa ter curtido o álbum, e até acredito na sanidade mental da pessoa, só não acho aceitável uma comparação com os trabalhos anteriores, sendo essa a minha base para afirmar que &lt;strong&gt;The Future Is Medieval&lt;/strong&gt; é sim uma busca do &lt;strong&gt;KC &lt;/strong&gt;pela originalidade dentro de sua própria musicalidade. Pena que não deu muito certo.&lt;/p&gt;</description><link>http://csides.tumblr.com/post/17723935221</link><guid>http://csides.tumblr.com/post/17723935221</guid><pubDate>Thu, 16 Feb 2012 16:39:08 -0400</pubDate><category>banda</category><category>album</category><dc:creator>imnotwolverine</dc:creator></item><item><title>21</title><description>&lt;p&gt;&lt;span&gt;
&lt;p&gt;&lt;img height="500" width="500" src="http://3.bp.blogspot.com/-S6lcqrNKm3c/ThDv9YdWOCI/AAAAAAAAApQ/vh2CK8IMIwA/s1600/Adele-7.jpg"/&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span&gt;Essa semana tomei vergonha cara e fui correr atrás do último álbum da Adele, o tão aclamado 21. Estava trabalhando naquela minha mania de não ouvir discos que são muito aplaudidos pela crítica, porque acredito que é perda de tempo com gente que já tem atenção de mais, porém a pressão foi forte e rolou uma certa obrigação moral de pelo menos conhecer o trabalho da gordinha mais simpática da atualidade. O legal é que nasceu como uma obrigação e se tornou “muito prazer”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;Por acaso já tinha ouvido alguns trabalhos soltos da Adele, mas até agora não havia me sentido no clima para cair encima de um álbum inteiro. Não que o talento dela tenha passado despercebido, na época ouvia Melody Gardot e Madeleine Peyroux e fugia de qualquer coisa que estivesse próxima do som feito pela Amy Winehouse, ou seja, puro gosto. O foda é que a coisa toda chegou num patamar onde seria preciso dar uma boa olhada no 21, para poder dar minha opinião e não ficar excluído nas rodinhas de comentários musicais. Procurei por uma fonte legal de download e acabei achando o álbum inteiro numa qualidade boa e ainda com umas faixas bônus.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;O resultado dessa “experiencia forçada” foi um dos melhores em 2011. 21 é realmente tudo aquilo que a crítica especializada anda dizendo por ai, literalmente uma babada de ovo mais do que merecida. E por mais estranho que possa ser, acredito que a maior parte desses louros vai diretamente para quem produziu o álbum, porque a seleção de faixas respeita um tempo próprio, quase que ditando ao ouvinte um pequeno show particular onde a Adele intercala músicas criando uma atmosfera.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;O álbum começa com a música de trabalho “Rolling in the Deep”, mas não se deixa levar pelo sucesso da canção e vai mostrando que a cantora sabe fazer bem mais do que está impresso nessa faixa. Na minha opinião os destaques vão para “He Won&amp;#8217;t Go”, “Don&amp;#8217;t You Remember” e “I&amp;#8217;ll Be Waiting”, simplesmente porque não parecem músicas atuais, elas tem aquele ar de anos 70 e 80 que fica bem no fundinho, sem afetar diretamente o andamento do todo e precisam de uma experiência para se notar a existência de fortes influências.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;Não tenho muito o que opiniar com relação a parte técnica, por incrível que pareça é até comum, mostrando uns pontinhos legais quando dá uma misturada na base de Soul com outros estilos, mas também não é nada surpreendente, ficando tudo no esquema “músicas próximas ao Soul”, até muito parecido com a Amy Winehouse. A voz da Adele também não chega a ser “minha nossa como é linda” e tão bem no saí do esperado, porém é nítido que é dela mesmo, e comprovei isso ouvindo as faixas bônus que são ao vivo. No quisito letras e poesia&amp;#8230; bom&amp;#8230; preferia nem opinar sobre isso, porque achei muito “menininha”, o que na real é totalmente esperado também, mas&amp;#8230; a galera cai em encima dizendo que estou sendo preconceituso, então só posso dizer que são letras bonitas dentro do mundinho romântico que permeia trabalhos como o dela.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;“Mas se tudo é “esperado”, por que o álbum foi uma revelação?” vocês devem estar se perguntando. A parada é que tem pouca gente fazendo trabalhos de tipo e menos gente ainda saindo na mídia, logo, acaba criando um efeito de “obra esperada, porém muito original”. Ouvir 21 é como ver um filme da Dreamworks: nos primeiros cinco minutos você já sabe que vai se emocionar com algo e sua mente se condiciona à esperar esse momento, então quando ele vem tudo fica mais confortável, ao ponto de arrancar lágrimas e marcar sua vidinha.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;O que não dá é ouvir 21 esperando dançar horas rebolando as cadeiras. Tem músicas animadas, quase numa pegada Disco Music, só que elas não vão se desenvolvendo até chegar num estado de permetir um ambiente dançante. Sinceramente, não me liguei muito nesse detalhe.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;Em resumo, dá pra dizer que 21 é um álbum que todo mundo deveria ouvir, por pressão, obrigação, gosto, experiência&amp;#8230; tanto faz, você só precisa ouvir e deixar a gordinha te levar em cada faixa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://csides.tumblr.com/post/10444954088</link><guid>http://csides.tumblr.com/post/10444954088</guid><pubDate>Tue, 20 Sep 2011 13:34:54 -0300</pubDate><dc:creator>imnotwolverine</dc:creator></item><item><title>Quando um artista faz merda atrás de merda, a única forma de se...</title><description>&lt;img src="http://25.media.tumblr.com/tumblr_lnaph7Y12A1qjmtaxo1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Quando um artista faz merda atrás de merda, a única forma de se redimir com o publico é dando a eles uma obra de arte que seja no mínimo ótima. Não preciso dar muito exemplos para vocês entenderem que essa afirmativa é verdadeira, porém hoje vou pegar essa prerrogativa e fazer a minha resenha sobre um álbum que foi o salvador da carreira (ou pelo menos a maneira de se redimir) da banda Limp Bizkit.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para quem não conhece o Limp Bizkit é necessário saber que a banda foi uma das responsáveis pela disseminação do Nu Metal no final da década de 90 e início de 2000. Junto com o Korn e posteriormente o Link Park, eles fizeram um certo sucesso entre a garotada com músicas pesadas, de letras mais pesadas ainda, misturas de sintetizadores com guitarras distorcidas e um vocal com bases fortes no Rap. A banda era boa, e digo era porque depois do álbum Chocolate Starfish and the Hot, só fizeram merda, tanto na vida pessoal quando nas criações.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas como nem todas as fases ruins duram para sempre, em Maio de 2005, o Limp Bizkit começou um processo de redenção com seus fãs. Depois de muito tempo sem lançar nada “novo” e cheiosde problemas internos, a banda mostra ao mundo o agressivo The Unquestionable Truth Part 1, um EP que recebeu esse título por ser o início de um “projeto” dividido em duas partes. Estranhamente o álbum chegou sem fazer alarde, sem propagandas massivas ou qualquer tipo de anuncio em mídias, o que depois se mostrou uma contradição com o próprio som proposto nas faixas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Musicalmente The Unquestionable Truth Part 1 é o que podemos chamar de peso pesado consciente. Suas melodias são rápidas, fluidas e com um peso que faz lembrar muito o próprio Korn no inicío de carreira. Bateria, sintetizadores e o baixo aparecem como de costume, só revelando um ou outro momento de genialidade, porém uma genialidade associada ao efeito harmonioso obtido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A verdadeira diferença do álbum está nas letras carregadas de um ar politizada e recheadas com o melhor do espírito rebelde “consciente”. O lado bizarro é que o Limp Bizkit nunca foi uma banda marcada por esse tipo de produção, geralmente suas letras tinham muitos palavrões e mensagens rasas, e não ficava algo ruim, apenas adolescente de mais. Em The Unquestionable Truth Part 1 o comportamento foi nessa contra mão, mostrando uma banda que sabe falar sobre tudo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No fim, The Unquestionable Truth Part 1, acabou se tornando um pedido de desculpas a todos os fãs da banda que ficaram muito tempo ouvindo apenas remixagens das primeiras músicas da banda. E foi um belo pedido de desculpas, porque soube, além de trazer a banda novamente ao seu eixo pesado, mostrar um lado que todos desconheciamos.&lt;/p&gt;</description><link>http://csides.tumblr.com/post/6863417532</link><guid>http://csides.tumblr.com/post/6863417532</guid><pubDate>Fri, 24 Jun 2011 10:00:43 -0300</pubDate><category>banda</category><category>nu metal</category><dc:creator>imnotwolverine</dc:creator></item><item><title>Tem vezes que baixo um álbum e só de escutar uma única música,...</title><description>&lt;img src="http://25.media.tumblr.com/tumblr_lmgvb9LhLA1qjmtaxo1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;Tem vezes que baixo um álbum e só de escutar uma única música, sei que vou gostar de todas as outras. É difícil de acontecer, ainda mais quando a banda ou grupo em questão trabalha dentro de uma sonoridade conhecida como “de tudo um pouco”, mas acontece. Felizmente essa foi a minha primeira reação com o álbum Amarénenhuma do grupo Nuda.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Como de costume estava dando aquela passada no blog hominiscanidae.org a procura de novas bandas, quando vejo a capa do Amerénenhuma. Me senti atraído na hora, baixei o álbum só pela capa e fiquei esperando que o som fosse bom. Acabei deixando o meio que de lado e só foi prestar atenção quando ouvi sem querer a primeira música. A paixão foi automática e inexplicável. Realmente não teve um motivo, apenas, talvez, porque o som que vinha do arquivo era uma mistura de samba com ritmos regionalistas nordestinos, porém tudo feito de uma maneira fluida e sem deixar vácuos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Dai para frente devo ter ouvido Amerénenhuma umas vinte vezes, principalmente enquanto estava trabalhando em alguma coisa que precisava de calma e atenção, porque o álbum tem esse poder da música regionalista dentro dele. Você pode simplesmente desligar a mente para o resto do mundo e ficar focado nos seus problemas enquanto escuta de fundo, músicas que tem um arco evolutivo nada agressivo. E não estou dizendo que as músicas sejam desanimadoras, muito pelo contrário, tem faixas que são tão “pra cima” que até o cara mais parado do mundo vai sentir vontade de dançar um pouquinho no famoso “dois pra lá, dois pra cá”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Quanto a poesia nas letras, acho que posso dar uma baixada de bola, porque na sua maioria são previsíveis dentro da proposição do trabalho. Ou seja, não é nada de muito novo, você vai ouvir letras com mais do mesmo, porém sem aquela forçada de barra para parecer intelectualismo. Não estou dizendo que sejam letras ruins, só não são novidade para o tipo obra que é o Amarénenhuma.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;A grande saca está mesmo na melodia apresentada. Ela é uma mistura forte de várias coisas que vemos pelo Brasil, mas que geralmente estão dentro de contextos pouco usuais para pessoas como eu. Sou um cara criado e educado na base do Rock In Roll e tive alguns contatos com o samba e a MPB, porém mesmo assim nunca fui um mega fã dos estilos. O pessoal do Nuda conseguiu pegar um pandeiro comum e trazer seus efeitos mesclando com um violão, outros instrumentos, guitarra e um tom de vocal que estão na MPB, no baião, no Forró e até na Bossa Nova.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;O resultado final é algo que você pode ouvir e sentir ambientes diferentes numa mesma música. Forte exemplo desse poder de criação harmônica dos caras está logo na primeira faixa Amarénenhuma, que apresenta um violão que horas está no vai e vem do samba, horas flui como a Bossa manda e ali no meio tem o pandeiro ritmado e gostoso do samba.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Nuda não é uma banda que qualquer um possa ouvir, porque tem que ter um ouvido sensível, mas fica de dica para todo mundo que quer ver algo diferente sendo feito com o que está ai o tempo todo.&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal"&gt;Dessa vez não tem vídeo, vocês vão ter que procurar. Foi mal ai ;)&lt;/p&gt;</description><link>http://csides.tumblr.com/post/6481798107</link><guid>http://csides.tumblr.com/post/6481798107</guid><pubDate>Mon, 13 Jun 2011 03:55:00 -0300</pubDate><dc:creator>imnotwolverine</dc:creator></item><item><title>Brincando de Mixtape (parte I)</title><description>&lt;p&gt;Sempre curti fazer playlist para mostrar aos com amigos, uma mania que vem desde a época que a gente não tinha gravador de CD e para compartilhar nossos gostos e conhecimentos musicais, éramos obrigados a gravar em fitas K7. O engraçado é que só depois de velho vim saber que existe todo uma cultura envolta desse tipo de trabalho e que o nome da &amp;#8220;fitinha com a playlist&amp;#8221; é Mixtape.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na nossa outra versão do CSIDES, eu até tentei manter uma série de mixtapes que ganhou a alcunha de sidescast, porque havíamos evoluído para o conceito de podcast, rolava aqueles comentários antes das músicas começarem. A coisa não deu certo porque tinha muita gente participando na hora de criar as listas, mas só eu falando. Depois disso até tentei manter a brincadeira sozinho criando do Tarraqueta, mas também não foi para frente, mais pelo fato de que me sentia solitário de mais e limitado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Bom&amp;#8230; agora vamos a terceira tentativa de fazer uma série de mixtapes. Dessa vez na brincadeira só tem eu e a &lt;a href="http://twitter.com/#!/PaolaRodrigues"&gt;@PaolaRodrigues&lt;/a&gt; brincando e já estamos na&amp;#8230; acho que sexta edição.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O conceito é o mesmo de sempre, mas agora sem temáticas. A gente faz uma playlist e coloca num HD virtual e compartilha nossas adoradas músicas na esperança de conhecer coisas novas e até de criar uma lista boa para determinados momentos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vou postar aos poucos nossas produção para não ficar sem conteúdo, mas não esperem muito, porque somos dois desorganizados e não temos qualquer pretensão em termos de frequencia ou linearidade, estamos aqui apenas pela brincadeira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Espero que você gostem do resultado e dêem suas opiniões. O link para a primeira mixtape vai estar aqui embaixo, então clique no desgraçado e se junte a nossa brincadeira no melhor estilo anos 90.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;OBS: Se não me falha a memória esse primeiro arquivo são de músicas selecionadas pela Paola.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mixtape 20110513 - &lt;a href="http://bit.ly/lVr67D"&gt;&lt;a href="http://bit.ly/lVr67D"&gt;http://bit.ly/lVr67D&lt;/a&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://csides.tumblr.com/post/6319143375</link><guid>http://csides.tumblr.com/post/6319143375</guid><pubDate>Wed, 08 Jun 2011 10:37:00 -0300</pubDate><dc:creator>imnotwolverine</dc:creator></item><item><title>Não sou muito de ouvir POP, mas essa versão de Toxi que...</title><description>&lt;iframe width="400" height="300" src="http://www.youtube.com/embed/Sk-1t3TbKNI?wmode=transparent&amp;autohide=1&amp;egm=0&amp;hd=1&amp;iv_load_policy=3&amp;modestbranding=1&amp;rel=0&amp;showinfo=0&amp;showsearch=0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Não sou muito de ouvir POP, mas essa versão de Toxi que o @nanigga  postou no facebook é muito, muito, MUITO, foda.&lt;/p&gt;</description><link>http://csides.tumblr.com/post/6314971909</link><guid>http://csides.tumblr.com/post/6314971909</guid><pubDate>Wed, 08 Jun 2011 05:51:45 -0300</pubDate><dc:creator>imnotwolverine</dc:creator></item><item><title>Lembram do Dirty Sweet?</title><description>&lt;a href="http://silverstrands.bandcamp.com/"&gt;Lembram do Dirty Sweet?&lt;/a&gt;: &lt;p&gt;Pois é, tinha um post meu sobre eles no CSides antigo. Hoje eles são, sem dúvida, uma das minhas bandas favoritas. Por enquanto estão num hiato, mas o guitarrista soltou esse álbum de um outro projeto dele, muito bom também. Melhor parte: dá pra comprar pelo preço que você quiser. Aproveitem!&lt;/p&gt;</description><link>http://csides.tumblr.com/post/6090019527</link><guid>http://csides.tumblr.com/post/6090019527</guid><pubDate>Wed, 01 Jun 2011 21:35:39 -0300</pubDate><dc:creator>ratsinthecellar-deactivated2012</dc:creator></item><item><title>Assim que o Franz Ferdinand estourou com o hit Take Me Out em...</title><description>&lt;img src="http://24.media.tumblr.com/tumblr_llub60ZQ591qjmtaxo1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;Assim que o&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Franz Ferdinand&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;estourou com o hit &lt;strong&gt;&lt;span&gt;Take Me Out&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;em 2004, venho acompanhando a banda. Não sou fanboy, minha intenção é de estudar o que teoricamente seria o grande fenômeno que “mudaria o cenário do&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span&gt;Rock&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;para sempre”. Então fiz bem o trabalho de casa, comprei os três álbuns (perdi dois e não sei onde estão) e só não fui ao show dos caras, porque estava mais duro que pau de tarado em convento. Então hoje estou aqui justamente para falar sobre o terceiro e ultimo álbum da banda, o &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Tonight: Franz Ferdinand.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Comecei dizendo que a aposta no Franz era de que eles mudariam o Rock, pois é… não conseguiram. Ok, muitas bandas foram alçadas seguindo o vácuo deixado pelo jato da deles, porém a mudança não foi realmente causada pela existência de um Franz Ferdinand, estava mais relacionada as necessidades de um mercado musical parado e previsível de mais. Mas se trouxermos a afirmativa para uma esfera menor e trabalharmos diretamente com álbuns, ai sim poderemos dizer que &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Tonight: Franz Ferdinand&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;operou uma mudança incrível, porque eu nunca mais olhei o Franz depois de escutar essa belezinha.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;O &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Tonight: Franz Ferdinand&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;saiu mais precisamente em Janeiro de 2009, mas só fui parar e ouvir o álbum com calma em 2010. Ele é composto por 12 faixas e até onde sei não tem nenhuma versão especial com bônus. A verdade é que não precisa de muito tempo avaliando essas partes técnicas, o álbum tem sua graça no recheio de cada verso e melodia que fica ressoando na mente mesmo depois que desligam o som. &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Pulando tudo e caindo direto numa definição, o &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Tonight: Franz Ferdinand&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;é algo que podemos chamar de“auto reinvenção”. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;O Franz não tinha caído ou deixado de ser ídolo da geração que ajudou a construir, mas estava nitidamente ficando uma banda velha. Então o que os caras fazem? Misturam! A idéia é simples até: pegue uma banda com bases no indie e eletropop oitentista e coloque mais um pouco de algum desses elementos, o resultado vai ser amado por quem já gostava e odiado por quem já desgostava.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Em termos de letra, a coisa se manteve quase no mesmo patamar dos outros dois primeiros álbuns, só deu uma melhorada nos temas e nas riminhas que conseguiram ficar mais chicletes que antes. A melodia só foi diferenciada no que diz respeito ao uso de novos aparelhos para fazer as batidinhas características da banda. Para uma banda que ousava muito no teclado, vamos dizer que houve uma suruba de sintetizadores e efeitos. Foi bom, deu o diferencial necessário para eles se reinventarem e saírem do processo de envelhecimento.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;No fundo &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Tonight: Franz Ferdinand &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;me animou e deixou músicas que uso para momentos, chegando ao ponto de ser lembrado quando necessário caso pense em fazer uma mixtape e coloque algo “dançante”. E o destaque total vai para as músicas Turn It on, Bite Hard, What She Came For e Lucid Dreams (que poderia fechar o álbum).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
&lt;object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;
&lt;param name="src" value="http://www.youtube.com/v/25sBhhOR4lw"&gt;&lt;embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/25sBhhOR4lw"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://csides.tumblr.com/post/5890699633</link><guid>http://csides.tumblr.com/post/5890699633</guid><pubDate>Fri, 27 May 2011 02:56:24 -0300</pubDate><category>banda</category><category>Indie</category><category>Resenha</category><dc:creator>imnotwolverine</dc:creator></item><item><title>Apesar de ser um cara com a mente musical aberta, evito alguns...</title><description>&lt;img src="http://24.media.tumblr.com/tumblr_llsor4dQPU1qjmtaxo1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;Apesar de ser um cara com a mente musical aberta, evito alguns determinados estilos de música, como por exemplo o &lt;em&gt;Folk Rock&lt;/em&gt;, que sempre foi uma pedra fundamento dentro das “rodinhas sociais” com suposto nível intelectual mais elevado. Porém resolvi tomar vergonha na cara e ir atrás de álbuns tidos como obras primas do estilo. Queria começar com algo novo para não me deixar influenciar e achar que é tudo uma merda completa, então foi ai que baixei o &lt;strong&gt;Kiss each other clean&lt;/strong&gt; do &lt;strong&gt;Iron &amp; Wine&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;O álbum é de Janeiro desse ano (2011), ou seja, mais novo que isso improvável para algo que foi ovacionado. Felizmente ele conta apenas com 10 faixas, me deixando com pouco tempo para escutar e dar minha opinião. Claro que não foi preciso escutar várias vezes, porque o &lt;em&gt;Folk rock&lt;/em&gt; costuma ser claro nas suas primeiras notas. Então vamos dizer que escutei o álbum uma vez e meia, já que estou escrevendo enquanto escuto novamente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Bom… Como procuro ser sincero escrevendo essas resenhas, não gostaria de afirmar categoricamente se gostei ou não do trabalho. Não conheço nada do estilo e muito menos do cantor &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Sam Beam &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;que assina como &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Iron &amp; Wine&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;, provavelmente qualquer lado que eu tome nesse primeiro momento é uma bruta sacanagem. Mas o que posso avaliar é a parte matemática do álbum: melodias, letras e a soma desses fatores, sonoridade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Basicamente toda a parte de melodia e harmonia é completamente previsível. Digo isso com conhecimento zero do estilo e não chega a ser uma loucura, porque o &lt;em&gt;Folk rock&lt;/em&gt; é um legado norte americano, produzido e exportado pelos &lt;strong&gt;EUA&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Canadá&lt;/strong&gt;, logo basta você conhecer a raiz para imaginar o fruto. A maçã nesse caso não é podre, porém não te dá água na boca e segue dentro daquela linha mais de “música calma”, mesmo quando pretende ser rápida. O pretende não é má colocação, as melodias de músicas do álbum como &lt;strong&gt;Monkeys Uptown&lt;/strong&gt;, chegam a ter aquela idéia de ser algo dançante, só não conseguem.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Com relações as letras… fico até perdido para comentar. Elas não mudaram a minha vida, não estão relacionadas ou aplicáveis as realidades que vivencio, porém são extremamente bonitas e as vezes flertam com um sentimento quase “gospel”, como em &lt;strong&gt;Walking Far From&lt;/strong&gt; Home. O legal mesmo é ver como elas se encaixam dentro das melodias e consegue atingir uma harmonia existêncial que hits do pop nunca vão sonhar em fazer.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;No final fica a impressão de que é preciso ouvir mais uma vez o álbum e tentar cair mais profundamente nele, tentando olhar camada por camada e entender “que porra é essa de Folk e por que os pseudo intelectuais escutam tanto”. Vou fechar a resenha dizendo que o &lt;strong&gt;Kiss Each Other Clean&lt;/strong&gt; soube cumprir a tarefa de me fazer procurar por outros trabalhos do &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Iron &amp; Wine&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;, mesmo que ainda não tenha achado “divino”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
&lt;object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;
&lt;param name="src" value="http://www.youtube.com/v/06vA3Z42Vz8"&gt;&lt;embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/06vA3Z42Vz8"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;
&lt;/p&gt;</description><link>http://csides.tumblr.com/post/5860998021</link><guid>http://csides.tumblr.com/post/5860998021</guid><pubDate>Thu, 26 May 2011 05:54:41 -0300</pubDate><category>musico</category><category>Folk</category><dc:creator>imnotwolverine</dc:creator></item><item><title>“Sou oito ou oitenta, já vou logo avisando” é assim que a banda...</title><description>&lt;img src="http://24.media.tumblr.com/tumblr_lldod6SHjN1qjmtaxo1_400.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;“Sou oito ou oitenta, já vou logo avisando” é assim que a banda Alarde começa seu álbum Oitoitenta. Claro que ficou um redundante, mas o título serve de aviso sobre o som que está prensado magneticamente em seu corpo, trazendo a sua característica mais importante, a honestidade com o ouvinte.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Conheci a Alarde quando estava navegando pelo site da Trama em busca de bandas boas. A primeira impressão do som foi meio estranha, porque o vocal é muito “Velhas Virgens” com uma mistura de “tenho voz de ator de pornochanchada”. O envolvimento com o trabalho da banda foi nascendo conforme me forçava a escutar repetidas vezes todas as faixas do álbum. O resultado foi um amor a milésima vista, porém um amor bem mais sincero.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Oitoitenta é o que podemos chamar de um álbum genial nos pequenos detalhes, o que infelizmente o elimina quando estamos ouvindo por ouvir, mas se você deixa-lo tocando de fundo em situações chatas ou paradas, pode se tornar uma peça companheira. Não precisa ouvir tudo para perceber as fortes influências setentistas nas melodias e a presença do espírito urbano contestador dos anos 90, mas isso tudo sem soar como velharia ou produto de uma nostalgia infrutífera. Para quem gosta de um som definido e com harmonia entre melodia e letra, vai gostar do trabalho assim que colocar seus ouvidos nele.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Oitoitenta, assim como a própria Alarde, é algo que vai cair nos ouvidos como algo normal ou conhecido, porém tem seu valor justamente no fato de estar indo de encontro a uma tendência atual que é fazer criações novas bebendo do conhecimento esquecido na passagem de décadas de 90 para 2000. Ou seja, minha opinião final é: escute para analisar se você for um entusiasta da música, caso não seja, deixe rolando no player durante uma reunião de amigos ou um fim de festa (mas tem que ser uma feste Rock).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
&lt;object codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" height="350" width="425" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000"&gt;
&lt;param value="http://www.youtube.com/v/zuOblNCO27I&amp;feature" name="src"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/zuOblNCO27I&amp;feature" height="350" width="425" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;
&lt;/p&gt;</description><link>http://csides.tumblr.com/post/5600634475</link><guid>http://csides.tumblr.com/post/5600634475</guid><pubDate>Wed, 18 May 2011 03:24:00 -0300</pubDate><category>banda</category><category>album</category><dc:creator>imnotwolverine</dc:creator></item><item><title>Os reviews e notas de @HugoBrain</title><description>&lt;a href="http://www.embrulhador.com/search/label/ficha%20review"&gt;Os reviews e notas de @HugoBrain&lt;/a&gt;: &lt;p&gt;Pequenos reviews tabelados que o @HugoBrain coloca no seu blog &lt;a href="http://www.embrulhador.com"&gt;Embrulhador&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://csides.tumblr.com/post/5577581663</link><guid>http://csides.tumblr.com/post/5577581663</guid><pubDate>Tue, 17 May 2011 12:41:13 -0300</pubDate><category>Dica</category><dc:creator>imnotwolverine</dc:creator></item><item><title>Quando leio “banda brasileira de metal”, penso...</title><description>&lt;img src="http://24.media.tumblr.com/tumblr_ll3pl33pYA1qjmtaxo1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Quando leio “banda brasileira de metal”, penso “isso geralmente tem dois caminhos: vergonha alheia dos conterrâneos ou profunda admiração do estrangeiro”. Não sei exatamente o porque, mas parece que todas as nossas bandas de metal que estão chamando a atenção tendem a ser apenas mais do mesmo, sem trazer grandes novidades ou pelo menos tentar reinventar títulos antigos. Claro que essa minha impressão/teoria só estava correta até o dia em que ouvi pela primeira vez a Monster Coyote.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando eu baixei o álbum Stoner to the boner,não sabia o que me esperava, tinha lido pouco sobre a banda e visto muito por alto uns comentários positivos. Fui na onda de ouvir por ouvir. Obviamente minha reação inicial foi de incredulidade, porque não conseguia acreditar que tinham uma banda nacional fazendo aquele estilo de música dentro de um padrão de qualidade tão grande. Na mesma hora eu soltei um “pqp, eu to ouvindo o Metalica antigo só que muito melhor!” e até o exato momento em que escrevo essa crítica, posso dizer que minha hiperbole inicial não é um exagero e nem algo desmerecido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Monster Coyote está classificado dentro do metal como “Stoner Metal”, o que na verdade é o antigo Trash com algumas pequenas modificações em questões pouco essenciais como letras e velocidade das músicas e não se engane se você ler por ai algo totalmente diferente, parece que o “povinho do metal” tem uma necessidade quase fetichista de estar sempre criando novos nomes para padrões que já existem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Saber em qual classificação a MC está não faz muita diferença, basicamente porque o som vai te capturar e reativar células de raiva e rancor dentro do seu sangue, no melhor estilo Hulk. A profundidade das melodias está diretamente ligada a freqüência rítmica que existe entre o peso da bateria e a fluidez dos riffs que correm soltos como se estivessem num carro roubado sendo persiguidos pela polícia. Ou seja, tudo no Monster Coyote é cheio de raiva e um sentimento de “sou mal pra caralho, vai me encarar”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O único elemento que pode incomodar na Monster Coyote e seu Stoner to the boner (principalmente os mais ufanistas) é que o álbum é todo cantado em inglês. Não me incomodou, mas minha visão sobre esse tipo de assunto é bem realista, simplesmente sei que existem estilos de música que não podem ser adaptados tão livremente. O Stoner metal da Monster Coyote ficaria extremamente ridículo com um sotaque paulista ou nordestino, então agradeço pelo caras nem tentarem esse tipo de coisa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
&lt;object codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" height="350" width="425" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000"&gt;
&lt;param value="http://www.youtube.com/v/7GcaprXtZyw" name="src"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/7GcaprXtZyw" height="350" width="425" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A minha ultima informação é que todo o trabalho da capa do álbum foi feito por um jovem artista chamado Gustavo Rocha, cujas obras podem ser vistas no seu &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/gustavo-rocha/"&gt;flickr&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://csides.tumblr.com/post/5429670652</link><guid>http://csides.tumblr.com/post/5429670652</guid><pubDate>Thu, 12 May 2011 18:12:00 -0300</pubDate><category>álbun</category><category>banda</category><dc:creator>imnotwolverine</dc:creator></item><item><title>As vezes a gente chega em casa e tá tão destruído, tão acabado...</title><description>&lt;img src="http://25.media.tumblr.com/tumblr_ll2qsuFVtC1qjmtaxo1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span align="justify"&gt;As vezes a gente chega em casa e tá tão destruído, tão acabado pelo stress do dia a dia, que nada é melhor do que sentar no sofá e poder ouvir uma música relaxante. No meu caso se quero relaxar, preciso e um álbum inteiro, então fico com o entrigrante e profundo Hopes And Fears da banda inglesa Keane.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;O Keane é um velho conhecido aqui em casa, porque sempre que algo está perturbando meu juízo, coloco seus dois primeiros álbuns para tocar e deixo num volume bom o suficiente para não perturbar os vizinhos e ainda conseguir imergir totalmente nas suas atmosferas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span align="justify"&gt;Dos dois álbuns, o Hopes And Fears, primeiro trabalho do Keane, é o mais calmo e conta com o primeiro sucesso da banda, &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Everybody’s Changing. &lt;/span&gt;&lt;span&gt;O legal desses álbum é a capacidade que tem de atingir ao mesmo tempo o ouvido, o peito e a cabeça de quem está precisando de uma momento de paz. Ele apresenta um Keane horas depressivo, horas reflexivo que toca o ouvinte com suas letras extramente líricas e melodias doces e pesadas (feito sonho de padaria). Nem as músicas mais “animadas” conseguem chegar num tom onde o ambiente sugerido saia da idéia de que estamos vendo cenas em câmera lenta.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;span align="justify"&gt;A melhor forma de definir o Hopes And Fears está no seu próprio nome, porque todo o álbum sugere um misto de esperança e medo sendo mostrados de uma forma não ameaçadora que acaba por convidar o ouvinte a entrar num mundo composto pelas suas próprias esperanças e medos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Musicalmente é uma experiência bem diferente dos estilos que estavam em alta quando foi lançado em 2004 e até hoje em dia pode soar como novidade para quem já está acostumado com bandas relativamente parecidas. E por mais engraçado que possa parecer, o diferencial não está na presença de um teclado e sim a forma como ele sobrevive mesmo ao lado de outros sons mais fortes como o baixo, incrivelmente previsível e despótico.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span align="justify"&gt;Se você também tem dias estressantes, o melhor é dar o play e voar junto com o Hopes And Fears.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
&lt;object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;
&lt;param name="src" value="http://www.youtube.com/v/_WO0PLD9oIM"&gt;&lt;embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/_WO0PLD9oIM"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;
&lt;/p&gt;</description><link>http://csides.tumblr.com/post/5416774574</link><guid>http://csides.tumblr.com/post/5416774574</guid><pubDate>Thu, 12 May 2011 05:41:00 -0300</pubDate><category>álbun</category><category>banda</category><dc:creator>imnotwolverine</dc:creator></item><item><title>Vi esse vídeo no site Trabalho Sujo e achei que ele tem tudo a...</title><description>&lt;iframe src="http://player.vimeo.com/video/23004576" width="400" height="300" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Vi esse vídeo no site &lt;a href="http://www.oesquema.com.br/trabalhosujo/2011/05/10/think-tank-2011-os-envolvidos-no-negocio-da-musica-nao-sao-mais-pessoas-que-gostam-de-musica.htm"&gt;Trabalho Sujo&lt;/a&gt; e achei que ele tem tudo a ver com o csides.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O assunto que os caras estão discutindo tem seus pontos discutíveis, mas na maior parte do tempo é realista.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É triste pensar assim, mas é verdade, “Os envolvidos no negócio da música não são mais pessoas que gostam de música”.&lt;/p&gt;</description><link>http://csides.tumblr.com/post/5361599167</link><guid>http://csides.tumblr.com/post/5361599167</guid><pubDate>Tue, 10 May 2011 12:07:20 -0300</pubDate><category>vídeo</category><dc:creator>imnotwolverine</dc:creator></item><item><title>Atendendo a pedidos...</title><description>&lt;p&gt;Quando o primeiro desconhecido veio me questionar sobre a volta do c-sides, admito que fiquei orgulhoso. Na época eu achava que ninguém lia o blog ou que só caiam por lá quando pesquisavam no google o nome de alguma banda que o Rodrigo tinha postado. Nunca imaginei que começar uma conversa com um completo desconhecido dizendo: &amp;#8220;aquele seu blog sobre música, quando volta? Adorava suas indicações&amp;#8221; ia fazer tão bem ao meu orgulho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A vontade de voltar com o c-sides sempre foi grande. Quando saímos do ar pela terceira vez, já não era mais por culpa de terceiros, o erro havia sido meu e estava totalmente sem saco para resolver os pepinos no servidor de hospedagem. O foda é que a vontade de voltar com o c-sides ainda estava lá, em cada comentários que fazia sobre música, fosse no twitter ou no facebook. Parece que tem algo dentro de mim (uuiiiiii) que me impeli a estar ouvindo coisas novas o tempo todo e comentar sobre elas, quase como super-herói protetor das bandas desconhecidas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pois hoje, depois de um papo com um antigo colega de faculdade, resolvi que era hora de tomar vergonha na cara e dar uma nova vida ao já enterrado blog.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como ainda estou com preguiça de entrar em contato com a empresa que fazia a hospedagem, assim como estou com preguiça de pagar o que devo, vi que a melhor alternativa para o nosso amado bloguinho era voltar a existência usando um novo corpo. Cheguei a cogitar voltar para o nosso cantinho no wordpress, mas a verdade é que não quero mais um &amp;#8220;blog sobre música&amp;#8221;, não quero mais ser &amp;#8220;formal ou relevante&amp;#8221;, só quero falar sobre música, seja onde for. No final acabei optando pelo tumblr, basicamente porque a ferramenta é bem legal e está na moda =)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que fica do antigo c-sides é apenas o desejo de apresentar bandas desconhecidas e que tem pouco espaço. Todo o restante saiu para dar espaço a minha total falta de imparcialidade, juízo e credibilidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como infelizmente perdi contato com quase todo mundo que escrevia no blog, só o Rodrigo permanecer, afinal de contas ele não tem nada para fazer. Se conseguir falar com a N ou com a Maiara vou chama-las para participar novamente, mas ai temos que esperar a resposta delas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Espero que vocês, sejam lá quem forem, gostem dessa nossa volta. Não quero começar fazendo promessas, porém vou tentar (TENTAR!) fazer três postagens por semana, sempre falando sobre bandas &amp;#8220;desconhecidas&amp;#8221;. E também queria agradecer e todos, desconhecidos ou conhecidos, que pediram ou deram forças para nosso espaço voltar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Beijos estrelados do WebDivo Breno C.&lt;/p&gt;</description><link>http://csides.tumblr.com/post/5355594108</link><guid>http://csides.tumblr.com/post/5355594108</guid><pubDate>Tue, 10 May 2011 04:11:11 -0300</pubDate><dc:creator>imnotwolverine</dc:creator></item></channel></rss>
